embrenhada: Vida estranha de paulistana.

30.6.08

Endereço novo

Povo burro, leitores burros, GRRRR. Achei que seriam ixpiertos o bastante pra encontrar, mas tá aí vá:

embrenhada.blogspot.com

Mariel @ 00:29





31.5.08

É sérioooo

Ô gente (como diria minha sobrinha Lívia), é sério eu mudei o endereço do blog, será que dá para vocês PARAREM de entrar aqui e entrar lá?
Tá super bombando o outro blog (tá, é mentira agora).

Mariel @ 14:22





27.5.08

Não casei, mas mudei

Fui OBRIGADA a mudar de endereço porque este BLOGGER é um cu, um lixo, não tem ferramenta nenhuma, male, male posta minhas merdas... Então, manda um comentário aí com o seu e-mail, ou endereço do seu blog, que te aviso pra onde fui.

Até...

Mariel @ 03:07





À Sra. Rita

Oi Rita,
Meu nome é Mariel, sou sua vizinha do apartamento 13.
A síndica, Rosa, contou-me que a minha gata fugiu do meu apartamento no feriado e fez a maior bagunça no condomínio, inclusive machucou a senhora com um arranhão.
Quero lhe pedir desculpas pelo transtorno causado. Só soube do ocorrido na segunda-feira de manhã porque estava viajando.
Gostaria de tranqüilizá-la em relação a qualquer doença que o machucado possa trazer à senhora, pois a Cléo é um "filhote quase adulto" com a vacna tríplce em dia, além de ser castrada evitando assim que atraia gatos machos para as redondezas do prédio.
Tentei falar com a senhora pelo celular, mas não consegui, por isso formalizo sinceramente minhas desculpas com esse bilhete.
Fico à disposição para qualquer conversa no meu celular.
Obrigada pela atenção.
Mariel

Mariel @ 01:57





26.5.08

Qual você quer?

Homem Kiwi - Peludo por fora, frutinha por dentro
Homem Nescau - Energia que dá gosto
Homem BomBril - Mil e uma utilidades.
Homem Ponto Frio - O bonzão.
Homem Casas Bahia - Dedicação total a você.
Homem Tenaz - Só descole se for capaz!
Homem Redbull - Te dá asas.
Homem Brahma - O número 1.
Homem Havaianas - Todo mundo usa.
Homem Celular - Agora está vivo.
Homem C&A - Abuse e use!
Homem Avanço - Você usa, elas avançam.
Homem Maisena - Você mexe e ele engrossa.
Homem 0800 - É grátis!
Homem 0300 - É caro e não vale a pena!
Homem Procon - Vive cheio de reclamações.
Homem Kaiser - Você merece...
Homem Ray-O-Vac - Te deixa ligadona.
Homem Ferrari - É muito rápido.
Homem Volkswagen - Você conhece, você confia.
Homem MasterCard: Não tem preço.
Homem PlanoReal: Nada sobe.
Homem 51: Geralmente dá dor-de-cabeça.
Homem Playcenter: Para ao menos alguns segundinhos de diversão...
Homem Miojo: 3 minutos e ele está pronto.
Homem Conta-Corrente: sem dinheiro, não serve para nada.
Homem Liquidificador: você precisa de um, mas não está bem certa por quê.
Homem Café: os melhores são os bem-fortes e quentes, que lhe deixam acordada a noite toda.
Homem Propaganda: desconfie de tudo que eles falam.
Homem Computador: difícil de entender e sem memória suficiente.
Homem Mercosul: demoram muito para funcionar a pleno vapor.
Homem Horóscopo: sempre falam o que você deve fazer e geralmente estão errados.
Homem Carro Velho: se você não empurrar, não anda.
Homem Rímel Para os Olhos: eles normalmente vão embora no primeiro sinal de emoção.
Homem Vaga de Estacionamento: geralmente os bons já estão ocupados!!

Eu ainda estou em dúvida entre o C&A e o Maisena, hahahaha!
Mas do jeito que vai a vida eu pego os dois, juntos, ao mesmo tempo, misturado! Piri, piri, piri...

Mariel @ 19:57





21.5.08

Piadinha

Chegou um e-mail de uma assessoria de paparazzi que dizia:

O que temos de mais recente:
Chico Buarque caminhando com mulher não identificada na orla do Leblon – Rio de Janeiro, nesta terça-feira, 20 de maio.


E a foto:


Por que será que ela não pode ser identificada? HAhaHaHAha!

Mariel @ 13:03





17.5.08

Coisa de criança... é?

Domingo, dia das mamis, como não pude ir ver a minha (perdi meu cartão de crédito - a minha frase da semana, hehehe), ganhei dois ingressos Vi-aI-Pi pro Play Center e chamei a minha prima criança-mor pra irmos juntas.
Catso, fazia muitos anos que eu não ia ao Play Center, tipo uns 10 anos! Nem lembro qual foi a última vez. Mas acho que essa também foi a última vez que andei em uma montanha-russa.
Quase chegando lá, da Marginal Tietê, quando avistamos a roda gigante, já comecei a sentir friozinhos na barriga.
E foi uma delícia, não estava muito calor para agüentar as filas e as filas também não estavam monstruosas, a mais demorada foi do Turbo Drop, que ficamos 1h ouvindo o locutor dizer: "Turbo Drop, 60 metros de pura, pura adrenalina".
Gravamos vídeo da gente brincando em vários carrinhos. Muita emoção.
O penúltimo brinquedo era o barco Viking, uma fila rapidíssima. Entrei no brinquedo toda serelepe e o carinha que cuida do brinquedo, deixou a gente balançando lá uns 10 minutos, eu já tava ficando enjoada, mas não arreguei. "Inha, inha, inha, a fila tá quietinha" e "Bota pra subir, bota pra subir", ainda são os mesmos gritos da galera que brinca no Barco Viking. Fiquei enjoada o resto do dia, hahaha... vai, vai fortona.
Ah! E também fiquei dolorida depois de brincar no Windstorm, credo, que carrinho mais violento.
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Outra coisa de criança que voltei a fazer é colecionar álbum de figurinhas! Hehehe, ganhei dois no trabalho do Speed Racer, dei um pro meu primo e fiquei com o outro.
A galera desacredita que eu faço isso, pô é mó gostoso. A galera do trampo me zoa quando volto do almoço e falo: vou ali na banca comprar figurinha. Hahahaha.
É tão legal! Eu adoro abrir o pacotinho, conferir se veio figurinha especial, ter cuidado pra colar certinha e não ficar torta, achar o máximo quando vem outra parte daquelas figuras que se completam, ficar feliz da vida quando a página tá quase completando, amo quando vem figurinha da primeira página e fico puta da vida quando vem repetida. Só ainda não achei ninguém pra bater figurinha comigo, hahaha. Mas tenho meu primo e o filho de um amigo pra trocar as repetidas. =D
Fazia tempo que queria colecionar um álbum. Lembro dos álbuns que colecionei quando era criança, os que mais me marcaram foi o álbum da Moranguinho que tinha figurinha transparente (do Speed Racer também tem!), um de bichinhos que as figurinhas eram peludinhas, mó bonitinho e o último que tive foi o dos Mamonas Assassinas, que era mó treta entre as amigas pra completar a página do Dinho, hahaha.
Mas na época era muito caro, raramente minha mãe comprava figurinha pros meus álbuns, eu nunca completei nenhum. Mas agora acho que vou lá no 6º andar do trampo mendigar uns pacotinhos com figurinha, hahahaha.

Mariel @ 15:57





5.5.08

Uau! Que feriado

Já comecei cabulando a aula na quarta-feira pra ir no power-happy da galera do trampo. A Tuca, que fazia um tempão que não via, me ligou chamando pra fazer founde. Falei pra ela que tinha algo melhor: Primeiro mexicano, margueritas, chopps e muito besteirol e gargalhadas. Depois (quase) direto pra balada.
(Abre parênteses...
Eu nem ia falar o nome da balada, porque no resumo da noite eu achei tão legal que não queria que ficasse mais lotada do que já é.
Enfim, fecha parênteses).
Não sei se a Tuca se empolgou pra balada, por conta do mexicano. Cada vez mais acredito que misturar as “tribos” não é sempre que dá certo. E no caminho pro Milo, ops falei, animei (mais animação Michel) a Tuca (pagodeira maldita, ela tentava me convencer que deveríamos ir pra um pagode QUALQUER) dizendo que o Milo ia ser louco, que era pra ela imaginar que ia pra um lugar que ela nunca tinha ido antes, ia ouvir músicas que ela nunca ouviu antes e o melhor, ia ver gente que ela nunca viu antes e rir muito da maioria. O Milo é tipo uma casa antiga, grandona, sobradinho, desses que você vê nas fotos de São Paulo 50 anos atrás.
Meu Deeooss, eu me diverti aos montes, altas gentes diferentes, sabes? (ops! Modo Nardonis [off]). A galera mesmo não sei, senti um clima tenso. Um catou a outra, o outro catou algumas (que inclusive a galera desaprovou, heiheihei), a outra às vezes sumia, a outra também, mas às vezes conversava comigo e a outra.
E o som da balada achei demais, muito rock, galera pirando nos solinhos. O esquema de bebida é demais: você pede e paga pro cara que serve, não é prático? Não é simples? Porque as baladas extinguiram isso? E não era das mais caras pela localização.
Achei apenas dois pontos muito negativos:
1) Dentro é a pista, claro, que você fica a maior parte do tempo se acabando de dançar só que a galera fuma muito, mas muito mesmo. E o teto é baixo, então parece que tem alguém baforando fumaça nas suas narinas, boca, ouvidos, tudo. É aí que descobri os fundos, o quintal no caso, tem outro bar e a galera enche ali pra respirar um pouco.
2) Os seguranças são péééééssimos!! Segurança já não é raça boa, né? (junto com os motoboys), esses então eram super mal educados. Pensa que tinham dois baixinhos, não era bem um armário, estavam mais pra criado-mudo, sabe? E TODA HORA eles passavam por mim empurrando. Éééé!! EMPURRANDO! Tá certo que o lugar estava lotadaço, mas eu sou sempre a passagem das pessoas e não fui empurrada como fui por eles e vááááárias vezes. Nossa, o cara está ali TRABALHANDO e não tem a menor paciência com o MÍNIMO que deveria ter que é: ser educado com os clientes, ainda mais em lugar super lotado.
Depois fiquei tão irritada com ele que acabei fazendo uma sacanagem junto com a galera. Como sempre, não tem onde você colocar suas coisas (bolsa, blusa, etc), aí tinham várias luzinhas penduradas no teto que, pra mim, serviam de cabide, coloquei a minha blusa lá, deu 10 min o "segurança das blusas" pediu que eu tirasse, ok, amarrei na cintura. Mudamos de lugar, do lado de uma caixa de som, que tinha um suporte alto, acho que pra ninguém sentar, só se apoiavam copos e garrafas ali, pensamos "VAMOS COLOCAR NOSSAS COISAS AQUI!". Afinal de contas pra que pagar chapelaria se podemos colocar ali e ficar realmente de olho nas nossas coisas? Outras pessoas também colocaram coisas ali, um até dixavou um beck. Mas não deu mais 10 min veio o "segurança das blusas" e pediu que tirassassemos tudo. Tiramos, ele virou as costas, colocamos de novo, ele voltou, tiramos, ele saiu, colocamos, fizemos isso umas quatro vezes, já rindo, até ele perceber que éramos sempre nós que colocávamos as coisas ali (pra você ter idéia de como o segurança é preocupaaaaado com os clientes). Na quinta vez o cara chegou gritando (e gritou mesmo porque o som estava super alto e eu ouvi a 1 metro dele):
- VOCÊS TIRAM ESSA PORRA DAÍ OU VOU LEVAR TUDO CARALHO!
A Lu tentou argumentar qualquer coisa com ele e o homem foi pra cima dela, quase enfiou a mão na cara dela se não fosse o Juninho entrar na frente e jogar uns panos frios. Aí gritei lá de longe:
- Você é mó folgado, cuzão!
- EU SOU MESMO! TEM ALGUM PROBLEMA!
Meu Deus caguei de medo, pensei "Pronto vou levar porrada do segurança forgado". A sorte foi ter chegado um terceiro segurança de terno e tal, que devia ser o "segurança-mor das blusas" e acalmou tudo. Nós tiramos as coisas dali e decidimos ir embora.
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Com uma quarta-feira dessas, pensei: nossa, o feriado vai ser animado. E fui dormir fedendo MUITO a cigarro, mas sem forças pra tomar banho... nem FUdendo. Joguei o cabelo bem pra cima, na cabeceira da cama, pra não sentir muito cheiro. Senti uma pinicadinha na garganta. Dormi.
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(*)Antes de acordar, sabe quando você lembra que o despertador não vai tocar, bem antes de acordar, que na verdade você esta despertando dos sonhos dos deuses porque já dormiu umas doze horas seguidas, que é só o primeiro dia de um feriado de quatro, que você tem MUITAS coisas pra fazer, tipo agitar sua vida social? Sabe? Pois é, foi assim que aconteceu comigo na quinta-feira.
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E aí eu acordei de fato e senti uma puta fisgada na garganta, mais do que estava sentindo na balada. Aquela fumaceira maldita da balada, parecia que tinha fumado uns dois maços. Tentei falar com a Cléo e saiu uma voz rouca. Affff... Já bateu no psicológico: TÔ DOENTE. Mas tudo bem porque quando me levantei pra fazer o xixi matinal me bateu mesmo um piriri danado. Catso, fiquei o dia todo cagando água. E o pior é que doííía a barriga que só. A garganta mesmo nem senti mais.
Cancelei todos os compromissos que agitariam a minha vida social, merda!
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(*). Na sexta tive que levar a Cléo pra tirar os pontos da cirurgia. Tinha colado uns esparadrapos na barriga dela porque a danada tava conseguindo comer os pontos! Uns dias antes ainda tentei tirar com vaselina e tomando bastante cuidado, puxando bem devagarzinho sem machucar, depois ela mesma tirou a maioria, só tinha um pedaço razoável colado na pele raspadinha dela.
Aí com a Cléo na maca, eu segurando as patas da frente, a menina as de trás, tentando explicar pra veterinária que a minha gata era uma demônia e por isso o esparadrapo a açougueira puxou o pedaço colado na pele DUMAVEZ, FORTE, SEM QUERER SABER. Fiquei tão horrorizada com a delicadeza dela que as patas da Cléo me escaparam, ela deu um MIAAAAAAOOOOOUUUUU e fisk, unhou a veterinária. BEM FEITO DESGRAÇADA! Só consegui dizer:
- Nossa! Você arrancou o coro dela!
A vaca fingiu que nada aconteceu, só pediu que eu segurasse as patas dela e continuando cortando o que tinha que cortar.
Quando peguei a Cléo no colo, ela grudou em mim, o coraçãozinho disparado e saí correndo de lá, deusmelivre. Hoje o bagulho tá até sangrando porque ela não se agüenta e quer lamber de qualquer jeito, tive que vestir o colant de novo nela, hehehe, tadinha.
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Sábado? (*) Era 10h45. Mas só? Ah não, pelo menos até o meio dia. O celular ainda despertou umas 11h30 me lembrando de alguma coisa que num sábado em pleno feriado não deveria ter importância. Ate que finalmente acordei. Levantei e vi que era meio dia e meio, lembrei: PUTZ! Esqueci do oftalmo. Tinha consulta.
Mas aí deitei ainda baleada na sala, com três cobertores, sentindo frio, vendo o sol lá fora e pensando: "Acho que piorei, preciso de um chá". Mas não tinha forças. Fiquei das 13h às 18h35 pensando: "Preciso de um chá", sem conseguir levantar. Ai como é foda morar sozinha nessas horas. Tinha que existir mãe de aluguel, ou família mais caridosa.
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Pensa: você pega três travecões “sem querer”, ouve a semana inteira a Sonia Abraão falando disso, o Pânico te zoando com direito a reconstituição e o Christian Pior vestido de boneca com uma benga de 30cm a la Motumbo, e quando chega no domingo, quando tudo deveria se acalmar e as pessoas só falarem de futebol e dessa merdinha de campeonato estadual vem o Cid Moreira com sua voz de leitor de Bíblia e diz:
- No próximo bloco Ronaldinho, O Fenômeno, fala de sua confusão com os travestis no Rio de Janeiro.
Huahuahauhauahau, não é pra chorar de rir. Tipo o que você pode pensar?
- Putz! O Ronaldinho sifudeu grandão. Hahahaha.
E aí vem a reportagem, a repórter (claro que seria A repórter, porque a GLOBO é muito democrática e não colocaria O repórter para eles terem tipo "um papo de homem", saca?) pergunta:
- Você teve relações sexuais com os travestis, Ronaldinho?
- Não tive eeeee... relação, não.
Hahahaha!
Que piada!!
Gente, como a GLOBO pode fazer isso com uma pessoa? Que humilhação. E ele é tão burro que ACEITOU dar essa entrevista. Meu, toca um foda-se!! Não tem que falar nada com ninguém, sobre ninguém. AI QUE BURRRO DÁ ZERO PRA ELE.
Ele é muito cabaço sempre dá esse tipo de entrevista e depois vem com essa de “ah, eu não mostro minha vida pessoal pra imprensa”.
“Briguei com a minha namorada”?? Puta que o pariu! Que desculpa mais idiota pra sair por aí comendo traveco. Nossa, a mina dele (ou ex-mina, rs) deve estar se sentindo uma retardada. Cara, se ele gosta de tomar bolada por trás, como disse o Pânico, FODA-SE. Tanta gente gosta, não é? Por isso que ta cheio de traveco por aí, em qualquer esquina. Por que ele acha que tem que dar satisfação pro Brasil inteiro e passar mais vergonha? Por que ele não é um pouquinho mais rebelde, tipo rock star, e faz uma festa com tema TRAVECOS só pra sacanear mais?
Hahahaha, tem que ser zoado mesmo.
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Manooo vou escrever mais nada o resto da semana, só pra galera conseguir ler isso aqui em doses homeopáticas. =D

Mariel @ 01:31





30.4.08

A faxina

Meu grande problema doméstico sempre foi o serviço doméstico. Eu ODEIO varrer, lavar, limpar, arrumar, guardar. Sou dondoca mesmo, não gosto, não tenho a pegada. Como diz meu pai sou a princesa da bunda rachada.
É uma coisa de família sabe? Porque a minha mãe também nunca gostou, apesar de, diferente de mim, fazer. Minha vó também nunca fez muita coisa. Hehehe. Mas todas nós mulheres da família sempre trabalhamos fora (desculpinha? Talvez).
Meu armário sempre foi zoneado, mas sempre encontrei o que quis. Quando morava com meus pais, duas vezes por ano minha mãe me obrigava fazer a "faxina da doação" (dar as roupas que não usava mais) e conseqüentemente eu tinha que depois arrumar. Era o máximo que fazia.
E o engraçado é que conheço gente que gosta de fazer faxina, não é que gosta de faxina, porque eu AMO faxina, casa cheirosa, chão limpinho pra andar de meias, etc. Eu não gosto de FAZER faxina. Sacou, morou, mano?
E desde que moro sozinha, nunca fiz faxina das brabas. Quando mudei limpei a poeira, mas era fácil porque não tinha móvel nenhum. Depois a casa só ficava um pouco arrumada porque um ser habitava minha casa e era desse tipo que AMA fazer faxina, varria a minha casa umas três vezes por dia. E desde que este ser se foi nunca mais a casa foi arrumada. Mas tudo bem, melhor a casa desarrumada, do que um ser em casa.
Só não conta o dia que a Cléo pariu dez filhotes e cheguei em casa e parecia o holocausto, aí sim passei pano 4 vezes, mas só pela sala, onde ela zanzou, hehehe. Desde então passei umas vassourinhas, mas sempre por causa da Cléo que abria as minhas cartas que jogavam por baixo da porta comendo as beiradinhas e espalhando pedacinhos-inhos de papel BRANCO pelo meu chão PRETO. Ou comendo o colchão do quarto-escritório e espalhando espuma pela casa.
E com tudo isso zoneado eu vivia reclamando que a minha casa tava bagunçada, suja e me falavam: meu, chama uma faxineira! E eu pensava: putz! É muita folga minha, né? Não custa dar um trato, não é? Custa é pagar alguém pra fazer uma coisa que eu não faço por preguiça. Mas ai depois de ver o banheiro cheio de cabelos por todos os lados. Os quartos com areia pelo chão, pensei: vou tentar vai!
E a Paola me salvou, indicou a faxineira da casa dela. Eu ainda adiei vários dias, mas a Silene me ligou numa tarde atribulada de trabalho.
- Oi Mariel, aqui é a Silene, faxineira da Paola.
- Ah! Ooooiii Silene, tudo bem?
- Tudo sim, você quer que eu limpe sua casa?
- Quero sim. Você pode vir na terça?
- Posso.
- Fechado. Oito horas lá.
No dia combinado, acordei toda serelepe, antes mesmo do despertador. E fiquei esperando. Ela se atrasou trinta minutos. Pensei “céus! Ela não vai vir ou esqueceu!”.
- É que eu me perdi vindo pra cá.
- Pegou o ônibus errado?
- Não. Desci antes da hora e subi a pé.
- Vixe... mó ladeira, né?
Aí expliquei tudo que ela teria que fazer, o que eu achava mais importante, tipo limpar janelas, parede do banheiro e “se desse tempo” dar uma arrumadinha no meu armário. Mal entrei no banheiro pra tomar banho e ela já tava arrastando tudo, varrendo e a Cléo ficou toda saltitante com tanta movimentação logo cedo, deve ter se divertido à beça e tomado umas vassouradas... êta gata-demônio.
A minha ansiedade de voltar pra casa se arrastou por todo o dia, tarde e noite. Quando de fato entrei em casa tinha até me esquecido da Silene, quando senti um perfume vindo da minha porta.
- AI MEU DEUS QUE MARAVILHA!
Entrei em casa que nem aqueles participantes do EXTREME MAKEOVER que voltam a cada cômodo da casa pra ver a mudança que foi feita. Pulava e dava gritinhos de alegria, com a Cléo nos meus pés querendo me mostrar tudo que aconteceu na casa. A primeira coisa que fiz foi ligar pra minha mãe:
- Alô?
- CHAMEI UMA FAXINEIRA HOJE! Mãe do céu nem parece o meu apartamento.
- Você não entrou no apartamento errado, não? – falou meu pai do viva-voz.
- Gente, ela limpou tu-do, geladeira, meus sapatos no lugar, banheiro da Cléo. ATÉ O MEU ARMÁRIO ELA ARRUMOU!

Agora quero toda semana.

Mariel @ 17:27





28.4.08

Então é o que?

O Aguinaldo Silva chamou a garota Melancia de gorda:

Enfim eu vi a tal Mulher Melancia, e no lugar mais inusitado: no Casseta e Planeta. Gente, que coisa mais pobre e constrangedora é aquela? Tudo o que se tem ali é uma moça gordinha, a um passo de se tornar obesa! E aquele jeito dela de ficar sempre de costas, a mostrar o traseirão pra câmera... Meu Deus, se aquilo é ser sensual, então não resta outro caminho às mulheres todas senão entrar num convento e virar freiras!

Até que enfim alguém enxerga de verdade e, melhor, tee coragem de falar em público o que todo mundo cochicha por aí.
Se eu fosse gorda daquele jeito, até eu teria um metro de bunda... e não a bundinha magra que tenho agora, hehehe.
No entanto, pelo menos ela admitiu. "Estou tentando melhorar, já perdi 10kg".

Mas ela poderia continuar rebolando a bunda gorda dela sem essa pérola:
"A proposta funk é diferente. Não há maldade na dança, e ninguém enxerga dessa maneira. O funk não é vulgar", diz ela.

Não é vulgar? Então é o que? Só a mãe dela deve achar pouco vulgar, rsrs.
Leia mais.

Mariel @ 18:32





O melhor do fim-de-semana

O melhor do fim-de-semana na verdade não existiu.
Fui no shopping depois da aula, pra ir no cinema, mas antes entrei no shopping com intenção de comer aquele lanche maravilhosamente gigantesco, no caminho até lá vi uma vitrine com calças jeans em promoção. Pensei: por que comprar? Por que não comprar? Compre-ei-as (eu adorava ele).
Depois fui almoçar... de frente pra onde? C&A! Passei longos trinta minutos saboreando meu lanche maravilhosamente gigantesco de frente pra C&A. Fui obrigada a entrar, né?
Gastei mais uns 5% (é que eu ganho muito!!) do meu salário lá e saí feliz. Uma felicidade que sempre ouço falar, mas nunca tinha sentido realmente na pele, porque eu geralmente fico muito irritada quando preciso comprar roupa. Odeio o tira e põe em busca da peça perfeita. Mas nesse dia me senti aliviada, porque anteriormente me senti um pouco angustiada em ter procurado companhia para o passeio e não ter achado ninguém disponível. Não que eu tenha ligado para todo mundo também, hein?
Sentei uns vinte minutos na praça de "descanso" (ou seja lá o nome que se dá para os espaços cheios de sofá no meio do shopping, talvez seja "banco dos maridos", visto a quantidade deles, um em cada canto dos confortáveis sofás).
Tudo isso para refletir que as concepções que tinha sobre companhias mudaram um pouco. Por isso escolhi a Cléo para morar comigo e ninguém mais.

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Ah! Antes que me esqueça, assisti a "Quebrando a banca". Um filme que me chamou atenção por falar sobre Blackjack (ou 21), já que eu ando viciada em joguinhos de azar valendo dinheiro. Ainda bem que não existem cassinos no Brasil, senão seria lá que eu compensaria a minha falta de companhia, com certeza.
Enfim, achei o filme muito fraquinho. Previsível.
Tão previsível que fiquei torcendo até o último segundo do filme para que aquilo não terminasse daquele jeito realmente... pra não ser previsível, sabe?

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Relembrar é viver:

Mariel @ 01:34





25.4.08

Castração

Depois de tantos perrengues com a minha filha: gravidez na adolescência, fugas, ataques inesperados, decidi que era hora de cortas as asinhas de tanta rebeldia, ou seja, castrá-la.

Depois de muito pesquisar por um preço bacana, perto de casa achei uma clínica veterinária grande (raro!), mas que vendia produtos muito caros. No dia da castração tive que ir até a Cobasi comprar o abajur (por R$ 4,70, na clínica era R$ 8,50) de botar no pescoço pra Cléo não tirar os pontos.

Comprei também pra testar a tal da areia higiênica especial pra gatos porque até agora não consegui acertar no banheiro ideal pra ela. Vivemos brigando por isso. Comprei também a vacina tríplice pra aproveitar o serviço da veterinária e aplicar.

Peguei muito trânsito e cheguei atrasada pra deixá-la. A veterinária foi curta e grossa comigo. Quando falei da vacina ela ficou muito mais curta e grossa:
- A gente coloca um colar protetor nela pra não arrancar os pontos.
- Ah sim, eu já comprei. Esse aqui, não sei se o tamanho tá certo.
- Deixa eu ver. Hmmm é esse mesmo.
- Então comprei também a vacina tríplice, você poderia aplicar?
- Que vacina? Porque tem cada uma porcaria que eu não aplico. Deixa ver. Iiii essa é a pior, a mais vagabunda.
- o.O
- Quanto você pagou?
- Sete reais.
- Ah se eu fosse você ia lá e trocava por algum produto. Se quiser eu aplico a nossa, que tem todos os controles de imunidade. Custa trinta reais. Mas só depois de uma semana da operação.
- Ah tá. Então depois aplicamos.

Que vaca mercenária! Que castrasse e cuidasse direitinho da minha filha já estaria bom. Saí da clínica com medo de deixar a Cléo sozinha lá, se agarrando em todos os cantos, toda arrepiada, miando daquele jeito assustador. Liguei pra Paula, minha prima veterinária:
- Paula, deixei a Cléo pra castrar, mas a veterinária disse que a vacina que comprei na sua loja é uma bosta.
- Iiiii é mentira, ela quer que você pague a vacina de quarenta reais dela.
- Trinta reais.
- É, isso mesmo. Mas pode pedir pra sua cunhada aplicar que essa é boa sim, sempre usei nos meus bichos e nunca tive problema.
- Beleza.
- Que bom que resolver cuidar da sua gata, hehehe. Mas a vacina só uma semana depois da operação.
- Tá, tá, tá.

No fim da tarde, saí mais cedo do trabalho e fui pegá-la. Atrasada de novo, claro. Paguei a operação, já comprei os remédios também e levei ela pra casa dentro de uma caixa que a moça da loja me arrumou na hora. Ela tava muito grogue e ainda fez xixi na caixa, ficou toda molhada, fedida e com o abajur não consegue se lamber pra limpar.
Em casa eu fiquei rindo muito dela, porque ela queria porque queria andar, mas toda grogue ficou trançando pela sala. Aí tentava passar por baixo da mesa, cadeiras e ia batendo com o abajur por todos os lugares. Quando ela não conseguia ir pra frente, ela engatava uma ré e iiiiaaaa, até bater com a bunda em algum lugar, aí ia pra frente, pra trás, pra frente, pra trás, hahahaha.
Deitei na sala, fiquei vendo TV, ela se aconchegou perto de mim e desmaiou. De repente abria os olhos, olhava pra mim, dava uma espreguiçadinha e dormia de novo. Lindinha da mamãe. =)

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Pra quem quer ir na Virada Cultural, o site do Estadão tá com um esqueminha bem legal pra você montar sua programação e ele já gera um Google-mapa de onde será cada atração. Chuchu beleza, hein?
Faz a sua lá.

Mariel @ 17:38





24.4.08

Um teste

Pra manter atualizado já que algumas histórias não posso contar, deixo o link para um teste que papai me mandou para você descobrir que animal você é.

O meu deu tartaruga:
Sua nota é 23 - Você é uma tartaruga!

Este animal é o símbolo da sabedoria. Você sabe melhor do que ninguém que "devagar se vai ao longe" (é melhor fazer tudo com calma e direitinho para não tomar o caminho errado, não é mesmo!?!). Este seu jeito de levar a vida lhe traz uma baita experiência, que poderá ser compartilhada com os outros. A tartaruga sempre carrega muita bagagem nas costas. Lembre-se: você tem a voz do conhecimento. Quando ela recolhe a cabeça, muitos pensam que é covardia, mas na verdade, daí vem todo seu poder de concentração.


Então tá, né?

O que deu no seu?

Mariel @ 10:15





22.4.08

Na língua dos Nardonis

Sobre o feriados? Tudos muito legal.
Muita risadas. Tudo, tudo, sempres unidos.
É sempres muito divertidos estar com a minhas amiga Paolas e as família figuraças dela.
Sós precisamo voltars lá com sol... sols.

Não entendeu? Veja aqui.

Ai, ai, parecem alguém que conheci... conhecis.

Mariel @ 17:27





16.4.08

A sensação do momento

Gente, faz semanas que eu vejo este vídeo todo dia pela manhã.
A notícia já está até velha, eu sei, mas eu só costumo indicar coisa muito boa. Precisei ver esse vídeo pelo menos três vezes para começar a achar graça, porque até entã eu só achava essa pirralha o tipo de "criança prodígio" que eu odeio.
E como no meu "círculo de amizades" eu agora só converso fazendo citações de Maísa Fumaça, então é preciso que todos meus amigos vejam este vídeo pelo menos uma vez na vida, para entenderem minhas próximas piadas.



Tá ruim? Tá ótimo! Tá ruim? Tá ótimo!

Mariel @ 23:18






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